Queimadores Industriais

Na Icaterm, os Queimadores Industriais são desenvolvidos desde a concepção por uma equipe de especialistas em combustão e eletrônica, totalmente dedicados à análise e implementação de novas soluções tecnológicas. Esse comprometimento garante equipamentos que se destacam pela excelência em segurança, desempenho e confiabilidade.

Nossa linha de queimadores oferece versatilidade para uma ampla gama de combustíveis, incluindo Óleo Diesel, Biodiesel, Gás GLP, Gás Natural, Óleo BPF e Xisto. Com modelos que variam desde as opções monobloco até dispositivos do tipo air duct (cortina de ar) e duobloco, proporcionamos soluções personalizadas que se adaptam às necessidades específicas de cada processo industrial, otimizando a performance e a eficiência operacional.

O que faz um queimador industrial?

O queimador industrial mistura combustível e ar na proporção certa para produzir uma chama estável e controlada, entregando ao processo a temperatura exigida. É ele que determina o rendimento térmico do conjunto: um queimador mal regulado consome mais combustível e emite mais poluente para gerar o mesmo calor.

A linha da Icaterm cobre de 44.720 kcal/h até 43.000 mcal/h de potência térmica, com operação em gás natural, GLP, biogás, óleo diesel e biodiesel — e, acima de 1.000.000 kcal/h, também óleo BPF e xisto sob encomenda, nas versões modulante, duplo estágio de chama ou on/off.

BAIXA manutenção
EXCELENTE custo benefício
Opera múltiplos COMBUSTÍVEIS
DIVERSOS processos e aplicações
Maior EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

Tipos de queimador industrial e faixa de potência

Cada tipo resolve um problema diferente de processo. A faixa abaixo é a do catálogo Icaterm:

Aplicações típicas: caldeiras e geradores de vapor, aquecedores industriais, cabines de pintura, fornos industriais, rotomoldagem, fundição e tratamento térmico.

Perguntas frequentes sobre queimadores industriais

No monobloco, ventilador, cabeçote de combustão e comandos formam um único conjunto acoplado à fornalha — instalação mais simples e manutenção direta, indicado até faixas de alguns milhões de kcal/h. No duobloco, o ventilador fica separado do cabeçote, o que permite potências muito maiores e melhor acesso para manutenção: a linha duobloco da Icaterm chega a 43.000 mcal/h. A escolha é definida pela potência exigida e pelo espaço em volta do equipamento.
Não há um intervalo único: depende do regime de operação (contínuo ou intermitente), do combustível usado e da qualidade do ar de combustão. O que define o plano é a combinação de inspeção preventiva programada com monitoramento dos parâmetros de queima. Combustíveis líquidos e ambientes com poeira exigem intervenção mais frequente que gás natural em ambiente limpo. A Icaterm presta assistência técnica pré e pós-venda em todo o Brasil e monta o plano a partir do regime de cada planta.
Os sinais mais diretos são falha ou demora na ignição, chama instável ou com formato irregular, fumaça escura e fuligem na chaminé, cheiro de combustível não queimado, ruído fora do padrão e bloqueios repetidos do comando. O sinal silencioso, e o mais caro, é o aumento do consumo de combustível para a mesma produção — quase sempre desregulagem da relação ar/combustível. Qualquer um deles pede parada e inspeção antes de virar dano ao equipamento.
Trabalhe em três passos: (1) a potência térmica exigida pelo processo, em kcal/h ou mcal/h; (2) o combustível disponível na planta — gás natural, GLP, biogás, óleo diesel ou biodiesel; acima de 1.000.000 kcal/h, também óleo BPF ou xisto sob encomenda; (3) o tipo de controle: on/off para carga constante, duplo estágio para variação moderada, modulante para processos com carga variável, onde a economia de combustível é maior. O formato da chama também entra: alta velocidade para penetração, chama plana para superfície, air duct para cortina de ar.
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